segunda-feira, 7 de agosto de 2017

[Ficção] "Mors Tua, Vita Mea - A tua morte, a minha vida", de Vanessa Santos [Chiado editora]



Autora: Vanessa Santos

Editora: Chiado editora 

Edição: Junho de 2015

Género: Ficção

Colecção: Viagens na Ficção

Nº de Paginas: 542


Opinião por Ana Santos, Blog A Dama dos livros

Em primeiro lugar tenho que dizer que adoro a capa, pois acho-a muito bonita, e transmite, perfeitamente, a ideia de que o livro é sobre uma história com mistério envolvendo armas, claramente trata-se de um crime. Acho que está muito bem conseguida porque desperta logo a atenção do leitor. No meu caso provocou também uma expectativa bastante alta sobre a história que aí vinha e posso desde já dizer que não fiquei desiludida.
Gostei muito da leitura de Mors Tua, Vita Mea.
Envolvi-me com algum dificuldade na história.  Sara, é a personagens principal mais  trapalhona e ao mesmo tempo divertida! (sim, graças a este livro dei por mim a rir sozinha na sala de estar  quando estava a ler! parecia uma tolinha! eh eh)
Cativante, com a dose certa de mistério e cheio de reviravoltas é um livro ao qual me apeguei muito facilmente! 
No entanto o final...além de ficar nostálgica porque terminei a leitura e triste porque uma personagem muito especial não resistiu...ao mesmo tempo fiquei cheia de curiosidade com o que ainda ficou por revelar.

Vanessa Santos é natural de uma das freguesias mais antigas da cidade de Leiria, Cortes. Ao longo dos anos, foi descobrindo o gosto pela leitura, tendo concluído, que o seu gosto e género literário pende, essencialmente, para o thriller, terror, ficção científica e, principalmente, histórias de crime e mistério, sendo por isso, leitora de nomes como Agatha Christie e Stephen King.
A autora de “Mors Tua, Vita Mea – A tua morte, a minha vida”, é finalista da Licenciatura em Direito, em Coimbra, e no mesmo ano em que se torna finalista lança o seu blogue intitulado Livros de Vidro.
A transição de ano de 2014 para 2015 culminou com a edição da sua primeira experiência no mundo da escrita com um texto que teimava em ficar apenas no fundo de uma gaveta, mas que se espera não ser o último a sair de lá.



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