domingo, 14 de janeiro de 2018

[Psicologia] "O Índice da Maldade", de Hernâni Carvalho [Editora Guerra e Paz]



        

Autor: Hernâni Carvalho

Editora: Editora Guerra & Paz

Edição: Outubro de 2017

Nº de Paginas: 200

Género: Ciências Sociais e Humanas / Psicologia

Colecção: Clube do Livro SIC






Opinião por Ana Santos, Blog A Dama dos Livros

Neste livro "O Índice da Maldade", Hernâni aborda vários temas relacionados com a Maldade. O livro fala-nos de algum casos de homicídio, tortura e violação que chocaram os portugueses.
Desde da origem da maldade á relação entre homicidas e psicopatas, passando pelas linhas ténues que separam a maldade da loucura. O Autor também descreve e distingue um Psicopata de um Sociopata.
Um bom livro para quem gosta de policias.
Gostei do livros, achei-o interessante!

* Este livro não é recomendado a pessoas sensíveis!

Sobre o Autor:

Nasceu em Lisboa, em 1960, casado, tem dois filhos. Formado em Psicologia, fez estudos posteriores na área das Ciências da Religião. Jornalista-auditor de Defesa Nacional. Carteira Profissional de Jornalista nº 2371. Para a RTP fez reportagens de guerra na Bósnia, Honduras, Timor, Gana, Paquistão e Afeganistão. Integrou posteriormente as equipas de "Ponto por Ponto""24 Horas""Histórias da Noite" e "Telejornal". Depois de sair do canal público, publicou reportagens no "Independente""Sábado" e "Correio da Manhã". Regressou à televisão pela porta da SIC, onde assinou crónicas policiais nos programas da manhã. Aceitou um convite para construir um projecto editorial em Angola e regressou aos ecrans nos primeiros dias de 2007 a convite de José Eduardo Moniz. Na TVI assina a crónica "Crime, diz ele", colabora com a redacção e com diversos programas da estação. Escreve também para a revista "TV Mais" e é coordenador editorial do site "aeiou.pt".



sábado, 30 de dezembro de 2017

[Romance] "A cada Respiração", de Maya Banks [Harper Collins]



Autora: Maya Banks

Editora: Harper Collins 

Edição: Novembro de 2016

Nº de paginas: 304

Género: Romance



Opinião por Ana Santos, Blog A Dama dos livros 



Neste romance, encontramos uma das personagens principais. Eliza Cummings que trabalha na Devereaux Security Services, mas ela esconde algo bastante grave do seu passado que lhe atormenta á anos. Com o tempo e os anos Eliza procurou esquecer o passado, mas quando a pessoa responsável por tudo é solta, ela sabe que tem que resolver o assunto de uma vez por todas, mas por outro lado também existem as consequências que poderão prejudicar-lhe.
No entanto conhecemos Wade Sterling um homem que já viveu bastante e nunca pensou no futuro como algo a dois. Desde que salvará Eliza, ele se sentiu algo mais de que uma relação de amizade. Mas Eliza esta estranha e Wade aprecebe-se que algo não está bem e vai fazer de tudo para desvendar e ajudar Eliza em tudo que ela precisar.

A historia "A Cada Respiração", Wade é um homem bastante inteligente, perspicaz e principalmente não aceita um não, pode até ser muito possessivo, mas isso só fez com que ficasse apaixonada por ele, afinal ele quer a mulher que ama  esteja protegida e faz de tudo para que isso aconteça. A Eliza com o seu passado tão trágico e pesado que admito que não esperava. Vi que a Eliza com o seu pior estado e der repente vemos uma mulher forte e corajosa. E mostra o seu lado mais traumático. Isto só demonstra a grande mulher que já passou por muito e no fundo apenas quer proteger aqueles que ama. Podemos agora apreciar esta ligação que os dois tem, que é tão forte e bonita. Fiquei com a sensação de uma conquista que este romance me criou.

Sobre a Autora:




Maya Banks, autora best-seller do New York Times que escreve romances eróticos e de suspense, conquistou as leitoras com a sua escaldante série de romances históricos escoceses. Maya Banks é uma autora norte-americana que conta com mais de cinquenta livros publicados ao longo da sua carreira.
Os seus livros têm sido presença constante nas listas de bestsellers do New York Times e do USA Today, mantendo-se nos tops de vendas durante semanas consecutivas.
Protege-me é o primeiro volume de Slow Burn, a nova série da autora.


[Romance de Literatura]"O Lado Negro da lua", de Sherrilyn Kenyon [Chá das cinco]



Autora: Sherrilyn Kenyon

Editora: Chá das Cinco

Edição: Janeiro de 2012

Saga/ Serie: Os Predadores da Noite

Nº páginas:336

Género: Romance 

Opinião por Ana Santos, Blog A Dama dos Livros 

Susan Michaels é uma das melhores repórteres da cidade. Até que um dia adopta um gato e a sua vida muda radicalmente, com um escândalo que arruinará a sua carreira. 
Já no que conste ao gato, que não é um gato qualquer e sim um que se transforma num caçador de vampiros. O seu nome Ravyn, a sua vida tinha sido destruída á séculos atrás quando confiou nas pessoas erradas. Nessa época perdeu metade da família, a honra e a própria vida. O mundo dos predadores da noite, tem uma vida sempre perigosa.
Este romance "O Lado negro da lua", é uma historia que cativa o leitor/a com uma escrita essencial, divertida com bastante acção. Por outro lado a autora cria um agradável equilíbrio entre a acção, a sensualidade e a emoção. A mesma historia apresenta novos pontos de interesse no mundo dos predadores da noite.


Sobre a Autora :


A escritora norte-americana Sherrilyn Kenyon é uma das fundadoras do género do romance paranormal e conhecida pela sua aclamada série Predador da Noite, sobre guerreiros imortais. Publicada em mais de trinta países, e com milhões de cópias vendidas, os seus livros têm presença garantida nos topos de vendas do New York Times, Publishers Weekly e USA Today. Uma autora de culto a nível internacional, escreve também romances históricos com elementos paranormais sob o pseudónimo Kinley MacGregor. Sherrilyn Kenyon vive em Nashville, Tennessee, com o marido, três filhos e os animais de estimação.



quarta-feira, 15 de novembro de 2017

[Romance erotico] "Entre o Agora e o Sempre", de J. A. Redmerski [Editorial Presença ]


Editora: Editorial Presença

Autora: J. A. Redmerski

Edição: Janeiro 2015

Género: Romance erótico/ Literatura ou Ficção

Nº de paginas: 400


Opinão por Ana Santos, Blog A Dama dos Livros

Desde do primeiro livro de J.A. Redmeski (Entre o Agora e o Nunca),Camryn e Andrew amadureceram bastante desde o primeiro volume.
Eu elegia a historia do primeiro romance que abrangia outros personagens. No entanto compreendo o enredo desta historia.
Entendo que Camryn estivesse suportando consideravelmente a perda do bebê, contudo Cam deixou de ser em algumas vezes de ser digna.  E dessas vezes, senti falta da velha Cam do primeiro livro.
Por outro lado Andrew,  continua a ser bem  cativante. Porém achei que faltasse um pouco do seu encanto e o seu ar de misterioso. 
Como não temos nenhuma personagem secundaria, o assunto da historia se mantém sobre o casal que esta de volta á estrada.
No entanto Cam e Andrew estão muito felizes, aproveitando a vida e a gravidez até que Cam perde o bebê. Cuidando de Camryn e ajuda-la a superar a perda, Andrew resolve voltar para a estrada, onde tudo começou. E assim apoiar a sua esposa.
Senti a forma de que a autora certificou manter o ritmo de suspense do livro e terna-lo um vicio até ao final. 
Não posso esconder, a formar genial de como a autora reagiu a forma de como Camryn lidava com a perda e fazendo-a passar pelos estados de luto. 

  • Sobre a Autora:

J. A. Redmerski é uma autora bestseller do New York Times, do USA Today e do Wall Street Journal. Estreou-se em 2012 com o livro Entre o Agora e o Nunca, seguido de Entre o Agora e o Sempre, ambos publicados pela Presença.
Os seus livros estão traduzidos em mais de 20 línguas. É apaixonada por filmes, produções televisivas e livros que desafiem a imaginação.
Vive no Arkansas com os três filhos, dois gatos e um cão.





terça-feira, 26 de setembro de 2017

[Romance] "Alguém como você", de Tássia Coelho [Chiado editora]




Autora: Tássia Coelho

Editora: Chiado Editora

Edição: Outubro de 2016

Género: Romance

Nº de Paginas: 508






Opinião por Ana Santos, Blog A Dama dos Livros


Jamie Evans é um dos solteirões mais cobiçados da actualidade, sendo actor e empresário de administrador de uma grande empresa de Publicidade. Lindsey Collins é a sua nova directora, que vive uma vida complicada, tem um passado oculto e um noivado rompido. 
Ambos irão se encontrar pela primeira vez no escritório, mas só se conhecem verdadeiramente num acampamento de ferias, onde acabam se por enrolar. Achei este romance maravilhoso, com tanto suspense e uma boa expectativa.


Tássia Coelho nasceu em 03 de Julho de 1986, é natural de Jundiaí, interior de São Paulo. É graduada em Marketing pela Universidade Anhembi Morumbi, e mora atualmente na cidade de Campo Limpo Paulista, interior de São Paulo com o esposo.
Aspirante à escritora “Alguém como você” é sua primeira obra, foi através do amor pelos livros que desenvolveu sua paixão por escrever suas próprias histórias, seu romance é sucesso nas redes sociais. 


quinta-feira, 24 de agosto de 2017

[Romance de Literatura] "Os Maias", Eça de Queirós [Porto Editora]



Titulo: Os Maias

Autor: Eça de Queirós

Editora: Porto Editora

Data de edição: Dezembro de 2015

Género: Romance de Literatura

Nº de paginas: 736

Opinião por Ana Santos, Blog A Dama dos Livros


O romance por "Episódios da vida romântica" ou, como é mais conhecido, "Os Maias",  foi publicado em 1888 e é considerado como a mais bem acabada obra de Eça de Queirós. Voltada para a alta sociedade Lisboeta, os maias faz parte de uma trilogia que, junto com "O Crime do Padre Amaro" e "Primo Basílio", foram denominadas por Eça de Queirós como cenas da vida portuguesa, já que nelas o autor examina a alta e pobre sociedade lisboeta. As criticas contidas nessas obras, segundo Eça, tinham a intenção de corrigir a hipocrisia daquela sociedade viçosamente burguesa.
Os Maias tem como tema principal o caso do incesto inconsciente entre Carlos da Maia e Madame Castro Gomes, que na verdade é Maria Eduarda, irmã desaparecida de Carlos. A historia se desenvolve, basicamente, em duas linhas de acção: a primeira, entorno do amor incestuoso de Carlos e Maria Eduarda; e, a Segunda, sobre a vida desregrada e ociosa da burguesia lisboeta. 
Os Maias, seja pelo lado polémico, devido ao tema abordado, seja como documento social, ainda hoje mantém uma enorme força critica, pois continua a instigar a consciência do leitor, promovendo o questionamento e a reflexão.
A narrativa inicia-se tendo como pano de fundo a descrição da reforma da imponente casa do Ramalhete, antiga residência dos maias em Lisboa. A casa havia sido fechada por D. Afonso quando esse fora viver na Quinta de Santa Olávia. Afonso Da Maia, resolveu regressar á antiga morada de seus antepassados quando soube que Carlos, seu neto, estava voltando de Coimbra, onde acabara de se formar em medicina. Certo de que Carlos, após de viver anos sob a agitação de Coimbra, Paris e Londres, preferiria morar em Lisboa, cidade melhor preparada para acolher um jovem medico e mais propicia para a instalação de um consultório, Afonso decide retornar a Lisboa e preparar o ramalhete para receber seu neto, ultimo descendente de fidalguia dos Maias. 
Em meio ás lembranças dos antepassados do velho D.Afonso, o narrador faz um flash back e, dessa forma, apresenta ao leitor a tragica historia daquela familia. Os maias, "fidalgos da Beira" e tradicionais menbros da sociedade de benfica, eram uma familia pouco numerosa, pelo que consta, Caetano da maia teve apenas um filho: Afonso. Esse, por sua vez, seguiu o exemplo do pai e produziu apenas um rebento: Pedro.

Pedro da Maia, ao contrario do que pretendia seu pai, foi educado "de acordo com padrões românticos". Crescera a beira da saia da mãe, D. Maria Eduarda Runa, e dentro dos preceitos da igreja. Quando adulto, tornou-se um homem frágil e melancólico, sentimento esse que é acentuado com a morte da mãe, a qual Pedro era demasiadamente ligado. Para o narrador da obra, Pedro é a composição caricatural da fraqueza dos românticos, que encontravam na morte a saída para desilusões da vida.
Toda a soturnidade desse personagem é quebrada com a chegada de Maria Monforte - ou a "Negreira"- como a jovem era mais conhecia na burguesia da epoca, em virtude de ela ser filha de um traficante de escravos. Apos corteja-la, Pedro, mesmo contra a vontade de seu pai, casa-se com ela. Esse matrimonio nao agrada a Afonso da maia, que nao perdoa a desobediencia de Pedro. No entanto, Pedro parece ter encontrado a felicidade, mesmo diante da propensão á infidelidade de sua esposa.
Dos momentos felizes do casal, nasceram dois filhos: Maria Eduarda e Carlos. Após o nascimento do ultimo, a "Negreira" Maria Monforte desenvolve ainda mais a sua tendência ao adultério, mas não o concretiza com nenhum homem daquela sociedade, pois neles faltava um elemento fundamental: a arte da sedução. 
No entanto, não demorou muito para que surgisse um homem que tivesse a chama para que a bela Maria Monforte traísse o ingénuo marido. Esse homem é Tancredo, um napolitano que afirmava ser um príncipe italiano e que procurava em portugal um local para fugir da perseguição de seus algozes. A infiel Negreira consumou a traição fugindo com o sedutor Tancredo. Na fuga, ela leva consigo a filha, Maria Eduarda, deixando Carlos com o marido. Pedro, inconformado, não com a traição em si, pois poderia perdoar sua esposa, mas com a fuga da sua amada, suicida-se.
Carlos cresce ao lado do seu avo, convito da morte de sua mae e de sua irma. Nao tendo a possibilidade de educar Pedro dentro de seus moldes, Afonso da maia torna para si a responsibilidade de educar o jovem Carlos. Esse, entao, é doutorino nos padroes britanicos. 
Mais tarde, Carlos vai a Coimbra estudar medicina. Lá conhece João da Ega, que transforma-se no fiel escudeiro do jovem maia. ( parece que há uma maior adesão afectiva do narrador com esse personagem. Ega caracteriza-se por ser um revolucionário, porem, inofensivo. Essa visão "Simpática" também aparece em outros personagens, como por exemplo: Afonso da Maia. Em contra partida, o narrador apresenta Dâmaso Salcede, um pretensioso sedutor de mulheres, de forma sarcástica e Eusebiozinho como sendo um produtor da debilidade moral e física do romantismo.)
Apos formar-se em medicina, Carlos da Maia retorna a lisboa e passa a exercer sua profissao apenas por gosto e nao por obrigação. Tambem com relação a vida o seu procedimento é o mesmo, pois em decorrencia de uma sociedade desprovida de motivação cientifica e culturais, nao se fixa em nada.
O jovem da Maia, conheceu muitas mulheres em sua estada em coimbra, o mesmo ocorrendo em lisboa. Seus casos amorosos quase sempre eram com mulheres casadas ou prostitutas. Apos alguns encontros amorosos com a condessa Gouvarinho, madame Castro Gomes, que por sua vez rompe com Castro Gomes, o qual não era oficialmente seu marido, para ir viver com Carlos da Maia.
O casal aguardava apenas a morte de D. Afonso, que não aprovava essa união para se casarem. No entanto, Joaquim Guimarães, um jornalista idoso, entrega a João Ega uma caixa de documentos a ele confiada por Maria Monforte, em Paris, para ser entregue a Carlos e a sua irmã. Ega lê os documentos contidos na caixa e , aterrorizado, mostra-os a Carlos, que enfim descobre que Madame Castro Gomes é, na verdade, sua irmã. Carlos, ainda desnorteado, volta a encontrar- se com a irmã, numa atitude incestuosa, porem já consciente.
Surpreendido com o reaparecimento da neta, que surgia como amante do próprio irmão, Afonso da Maia morre. A situação entre os dois só é solucionada após o funeral: Maria Eduarda, com a identidade esclarecida, vai para Paris e lá se casa; Carlos viaja para a América e Japão na companhia de Ega. Mais tarde, Carlos acaba fixando residência também em Paris, onde passa a ter uma vida ociosa. Dez anos depois, ao retornar a portugal, o estilo de vida dos dois amigos continua o mesmo, resultando uma visão desencantada da realidade, que marcou as produções artísticas do séculos XIX.



segunda-feira, 7 de agosto de 2017

[Romance] "A Mulher Esquecida", de Katherine Webb [Chá das Cinco]



Autora: Katherine Webb

Editora: Chá das Cinco

Edição:Outubro de 2015

Género: Literatura / Romance

Nº de paginas: 480

Opinião por Ana Santos, Blog A Dama dos Livros

Gosto imenso do título, pois chamou-me a atenção.
É uma questão interessante, o que faz alguém ser recordado e não ficar perdido nas brumas do tempo. Quem não se questiona se será lembrado, e até quando... Bem, no caso específico desta história, a mulher esquecida está também envolta num mistério, pelo que o seu esquecimento não foi pacífico. O seu desaparecimento e as razões para o mesmo é apenas conhecido por duas pessoas, e quem um dia a conheceu e a amou, não consegue descansar sem descobrir a verdade.
Ficou um pouco confuso,de forma como a autora brincou com as duas faixas temporais, inícios de 1800 e vinte anos mais tarde, vamos conhecendo aos poucos a verdade sobre o que aconteceu a Alice, ao mesmo tempo que acompanhamos as vidas de quem lhe sente a falta, Starling, a sua protegida e Johnathan, o seu amor.
A história está escrita de uma forma bastante interessante, impelindo-nos a continuar a leitura de forma a chegar à tão esperada revelação. Simultaneamente, encontramos uma rica descrição sobre a vida naquela época, incluindo alguns episódios sobre a Guerra Peninsular, em que os britânicos lutaram ao lado dos portugueses contra os franceses e os espanhóis.
As personagens, principalmente Starling e Rachel, são as verdadeiras forças motoras por trás do avançar do enredo. Gostei imenso das duas, e julgo que são óptimas representantes para duas das classes de mulheres daquela época, revelando o que tinham de aguentar e até sofrer, às mãos de quem as controlava, marido ou senhor.



Katherine Webb cresceu numa zona rural em Hampshire, Inglaterra. Residiu em Londres e em Veneza, e actualmente em Berskhire, Inglaterra. Já trabalhou como empregada de café, au-pair, assistente pessoal, ceramista, encadernadora, bibliotecária e governanta de uma mansão, sendo que agora dedica os seus dias à escrita.